Domitila

Paulo Rezzutti
Esta nova edição de Domitila, revista e ampliada, traz diversos dados inéditos. Entre eles uma notícia a respeito do primeiro filho que Domitila teve de d. Pedro e histórias sobre fantasmas no Solar da Marquesa de Santos, em São Paulo.

Também tem um novo levantamento iconográfico e documental, pelo qual o leitor terá acesso a fotos da família de Domitila, além do seu testamento, do inventário de suas joias e de cartas pouco conhecidas trocadas entre o famoso casal de amantes brasileiros.

Numa escrita eficaz, de estilo vivo, sem efeitos de retórica e que se lê, portanto, com curiosidade e emoção, esta biografia é definitiva. Resultado de anos de pesquisa em arquivos diversos e centenas de documentos, remonta às origens da bela nascida na então pequena e provinciana São Paulo. Narra o seu casamento desastroso, o início de seu romance com d. Pedro no mesmo ano em que nascia o Império do Brasil. Descreve seu poder e fascínio na corte do Rio de Janeiro, e a sua queda, não pela morte, como Evita e Pompadour, mas em consequência dos deveres imperiais de dom Pedro.

Nascida pouco mais de vinte anos antes do Grito da Independência e morta vinte e poucos anos antes da queda do Império que viu nascer, Domitila de Castro resume uma época, sob a ótica feminina. “Seu semissorriso no célebre retrato pode ser comparável ao de Mona Lisa”, observa o autor. “Que mistério nos esconde? Todos e, ao mesmo tempo, nenhum.”

De fato, segundo a historiadora Mary Del Priore, que assina o prefácio desta obra, ninguém conhece Domitila de Castro melhor que Paulo Rezzutti (também autor de Mulheres do Brasil). “Portanto, ninguém melhor que ele para desconstruir o mito e nos apresentar sua história”.

 
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Esta nova edição de Domitila, revista e ampliada, traz diversos dados inéditos. Entre eles uma notícia a respeito do primeiro filho que Domitila teve de d. Pedro e histórias sobre fantasmas no Solar da Marquesa de Santos, em São Paulo.

Também tem um novo levantamento iconográfico e documental, pelo qual o leitor terá acesso a fotos da família de Domitila, além do seu testamento, do inventário de suas joias e de cartas pouco conhecidas trocadas entre o famoso casal de amantes brasileiros.

Numa escrita eficaz, de estilo vivo, sem efeitos de retórica e que se lê, portanto, com curiosidade e emoção, esta biografia é definitiva. Resultado de anos de pesquisa em arquivos diversos e centenas de documentos, remonta às origens da bela nascida na então pequena e provinciana São Paulo. Narra o seu casamento desastroso, o início de seu romance com d. Pedro no mesmo ano em que nascia o Império do Brasil. Descreve seu poder e fascínio na corte do Rio de Janeiro, e a sua queda, não pela morte, como Evita e Pompadour, mas em consequência dos deveres imperiais de dom Pedro.

Nascida pouco mais de vinte anos antes do Grito da Independência e morta vinte e poucos anos antes da queda do Império que viu nascer, Domitila de Castro resume uma época, sob a ótica feminina. “Seu semissorriso no célebre retrato pode ser comparável ao de Mona Lisa”, observa o autor. “Que mistério nos esconde? Todos e, ao mesmo tempo, nenhum.”

De fato, segundo a historiadora Mary Del Priore, que assina o prefácio desta obra, ninguém conhece Domitila de Castro melhor que Paulo Rezzutti (também autor de Mulheres do Brasil). “Portanto, ninguém melhor que ele para desconstruir o mito e nos apresentar sua história”.

 

Características

Autor: Paulo Rezzutti
ISBN: 978-85-8130-384-0
Editora: Geração Editorial
Ano de publicação: 2017
Capa: Brochura
Subtítulo: A verdadeira história da marquesa de Santos
No de páginas: 370
Edição: Edição revista e ampliada
Língua: Português (Brasil)
Dimensões: 23.4 x 15.6

Mais sobre o livro

Sobre o autor:

Paulo Rezzutti é historiador, membro titular do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e colaborador do blog “São Paulo Antiga”. Em 2010, fez a maior descoberta de documentos da nossa história: noventa e quatro cartas inéditas de d. Pedro I à marquesa de Santos, publicadas pela Geração sob o título de Titília e o Demonão, em que essas preciosas missivas são colocadas em seu contexto histórico, proporcionando ao leitor um painel agradável e rico da vida cotidiana e dos costumes do Brasil no Primeiro Reinado.

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