Orí: a cabeça como divindade

Márcio de Jagun

História, cultura, filosofia e religiosidade africana

  Orí: a Cabeça como Divindade é uma obra inteligente e indispensável pela forma como está elaborada. O Babalorixá Márcio de Jagun se revela como um sacerdote religioso consciente da importância das tradições orais e dos espaços possíveis para uma tradição revelada. Este livro nos fará conhecer o que pensam os iorubás sobre o Criador, o livre arbítrio, a reencarnação, a loucura, e os inimigos dos seres humanos. A filosofia iorubá: seus princípios éticos e morais, seus hábitos e valores. Conhecer um dos principais rituais do Candomblé: o Borí. Elementos de pesquisas para trabalhar a Lei 10.639/03.
Saiba mais

US$36.28

História, cultura, filosofia e religiosidade africana

 

Orí: a Cabeça como Divindade é uma obra inteligente e indispensável pela forma como está elaborada. O Babalorixá Márcio de Jagun se revela como um sacerdote religioso consciente da importância das tradições orais e dos espaços possíveis para uma tradição revelada. Este livro nos fará conhecer o que pensam os iorubás sobre o Criador, o livre arbítrio, a reencarnação, a loucura, e os inimigos dos seres humanos. A filosofia iorubá: seus princípios éticos e morais, seus hábitos e valores. Conhecer um dos principais rituais do Candomblé: o Borí. Elementos de pesquisas para trabalhar a Lei 10.639/03.

Características

Autor: Márcio de Jagun
ISBN: 9788537402573
Editora: Litteris
Capa: Capa dura
No de páginas: 248
Língua: Português (Brasil)
Dimensões: 28.0 x 21.6

Mais sobre o livro

Novo livro ajuda a pensar o candomblé antes, durante e após a pandemia

Ao defender o candomblé como território de resistência, o babalorixá Márcio de Jagun mostra como a religião reagiu e se reinventou.

Não são poucos os desafios do Brasil e do mundo na atualidade: a pandemia, o avanço de expressões de ódio, como o racismo, a intolerância religiosa, o fascismo e a misoginia, tudo isso somado à polarização extrema e à disseminação de notícias falsas.... Leia mais em Carta Capital.

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Seja o primeiro a avaliar “Orí: a cabeça como divindade”