O pulo do coelho [capa coelho]

Lázaro Ramos

O pulo do coelho [capa coelho]

  Gusmão era um menino “querente”. Queria aprender o passinho de dança, queria tomar chuva sem hora pra acabar, queria acalmar a avó. Queria tudo e ao mesmo tempo. Como toda criança.Um dia, Gusmão teve um sonho. Sonhou que era um coelho e que estava em um circo. Mas Gusmão, todo querente, não queria ser coelho, queria mesmo era ser mágico. No meio dessa aventura circense, o menino vai descobrir que o mais importante é não desistir do próprio sonho. Com duas capas – Escolha a sua!   "'Antes, eu escrevia para a criança que eu fui. Hoje, escrevo para os adultos que eu quero que meus filhos sejam" - Lázaro Ramos em uma entrevista para o Estadão.
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O pulo do coelho [capa coelho]

 

Gusmão era um menino “querente”. Queria aprender o passinho de dança, queria tomar chuva sem hora pra acabar, queria acalmar a avó. Queria tudo e ao mesmo tempo. Como toda criança.Um dia, Gusmão teve um sonho. Sonhou que era um coelho e que estava em um circo. Mas Gusmão, todo querente, não queria ser coelho, queria mesmo era ser mágico. No meio dessa aventura circense, o menino vai descobrir que o mais importante é não desistir do próprio sonho.

Com duas capas – Escolha a sua!

 

“‘Antes, eu escrevia para a criança que eu fui. Hoje, escrevo para os adultos que eu quero que meus filhos sejam” – Lázaro Ramos em uma entrevista para o Estadão.

Características

Autor: Lázaro Ramos
ISBN: 978-65-5949-060-8
Editora: Carochinha
Ano de publicação: 2021
Capa: Brochura
No de páginas: 48
Língua: Português (Brasil)
Dimensões: 27.6 x 20.3

Mais sobre o livro

Autoria

Lázaro Ramos

Quando eu nasci, lá em Salvador, nunca pensei em contar histórias, apesar de minha família vir de uma ilha onde se contam muitas histórias. O tempo foi passando. Percebi que me sentia melhor quando inventava novos mundos como os mundos que ouvia das histórias de família. Gostei tanto de contar, que de conto em conto virei ator. Na telona, embarquei em histórias como O homem que copiava, Ó paí ó, Tudo que aprendemos juntos e o O beijo no asfalto. No caminho, teve também a televisão. Aí eu fui de tudo um pouco: Foguinho em Cobras e lagartos, Zé Maria em Lado a lado, e ainda um cara chamado Mister Brau. Mais tarde, também me aventurei pelo mundo da música, produzindo o álbum Viagens da caixa mágica. Mas não para por aí. Uma das coisas que mais me animam é ser embaixador da Unicef, desde 2009. Como ator, o serviço é me apaixonar pelas palavras de outros e dizê-las como se fossem minhas. Aí aconteceu… As palavras que eu dizia começaram a querer sair também de outro jeitinho. Um dia peguei uma folha de papel e comecei a escrever sem parar e, assim, os livros começaram a brotar, como A menina Edith e a velha sentada, Caderno de rimas do João, Caderno sem rimas da Maria… Ufa! E tome história. Não esqueci nem os adultos, para quem escrevi Na minha pele. Mas sabe do que eu gostei mesmo? De poder estar com você nas páginas deste livro. Obrigado por me acompanhar nesta aventura!

Ilustrações Lais Dias

Cresci em São Paulo, cidade grande. Desenho desde que me conheço por gente. Acho que comecei a desenhar quando tinha três anos. Ficava quietinha desenhando os cachorros, as bonecas, os carrinhos e depois os irmãos e amigos. Com essa mania ganhei o apelido de avoada. Depois, adolescente, comecei a fotografar. E não parei mais de desenhar e de fotografar. Acreditem ou não, ainda desenho meus cachorros. Isso me dá a impressão, às vezes, de que nunca cresci. Agora, só falta voar…

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