A fragmentação da cultura e o fim do sujeito

Rogério Miranda de Almeida
A fragmentação da cultura e o fim do sujeito: dois temas que se entrelaçam de maneira essencial, de sorte que um não pode ser pensado, nem mesmo imaginado, sem o outro. É com base nessa intuição fundamental que o autor desenvolve suas reflexões a partir dos pré-socráticos, passando pelas filosofias antiga, medieval, moderna e contemporânea. Saiba mais

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A fragmentação da cultura e o fim do sujeito: dois temas que se entrelaçam de maneira essencial, de sorte que um não pode ser pensado, nem mesmo imaginado, sem o outro. É com base nessa intuição fundamental que o autor desenvolve suas reflexões a partir dos pré-socráticos, passando pelas filosofias antiga, medieval, moderna e contemporânea.

Características

Autor: Rogério Miranda de Almeida
ISBN: 978-85-15-03948-7
Editora: Edições Loyola
Ano de publicação: 2012
Capa: Brochura
No de páginas: 336
Língua: Português
Dimensões: 19 x 12

Mais sobre o livro

Nos seus livros e artigos, assim como na sua atividade de professor, Rogério Miranda de Almeida acentua o caráter de inter-relação que, na sua concepção, existe entre a filosofia, a teologia e a psicanálise. Dando ênfase à questão da linguagem, da escrita, do desejo e, em última análise, do inconsciente, ele dialoga sobretudo com Platão, Santo Agostinho, Schopenhauer, Nietzsche, Kierkegaard, Freud e Lacan. Importante também é o papel que desempenha a literatura nos seus escritos, no sentido da expressão ou da interação dialética que se desenrola entre o pensar e o escrever. O seu pensamento se desenvolve, portanto, através do entre-dois, ou da letra, no sentido lacaniano do termo, que se apresenta como resistência, obstáculo e, ao mesmo tempo, como passagem ou manifestação do desejo que, na sua tensão fundamental, não cessa de se significar e de se simbolizar. No que diz respeito à reflexão teológica, os seus interesses se voltam principalmente para a teologia contemporânea e para o período da Patrística. Em Santo Agostinho, por exemplo, ele dá um especial enfoque à coincidência de intuições que intercorrem entre as análises agostinianas da linguagem, da memória e do desejo e aquilo que, sobre estas mesmas questões, será desenvolvido e explorado pelas teorias analíticas de Freud e Lacan.  Outro conceito de que constantemente se serve Rogério Miranda de Almeida para expressar esta multiplicidade de perspectivas, de releituras, de reinterpretações e ressignificações é o conceito de paradoxo. É paradoxal tudo aquilo que desperta perplexidade, resistência, angústia e gozo em virtude da impossibilidade mesma de se apreender, de maneira definitiva, o significante, ou o simbólico do real.

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