O Grande Gatsby

F. Scott Fitzgerald
Obra-prima de F. Scott Fitzgerald, este clássico do século XX retrata a alta sociedade de Nova York na década de 1920, com sua riqueza sem precedentes, festas nababescas e o encanto das melindrosas ao som do jazz. O sol em ascensão desse universo cintilante e musical é o enigmático milionário Jay Gatsby, ao redor do qual orbitam três casais glamorosos e desencontrados, numa trama densa, repleta de intrigas, paixões e conflitos que precipitam o trágico eclipse. Recriação soberba de um dos períodos mais prósperos da história dos Estados Unidos, O grande Gatsby é uma crítica mordaz à  insensibilidade e imoralidade revestidas de ouro da chamada Era do Jazz, e um dos melhores romances — talvez o melhor — já escritos nesse país. Saiba mais

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Obra-prima de F. Scott Fitzgerald, este clássico do século XX retrata a alta sociedade de Nova York na década de 1920, com sua riqueza sem precedentes, festas nababescas e o encanto das melindrosas ao som do jazz. O sol em ascensão desse universo cintilante e musical é o enigmático milionário Jay Gatsby, ao redor do qual orbitam três casais glamorosos e desencontrados, numa trama densa, repleta de intrigas, paixões e conflitos que precipitam o trágico eclipse. Recriação soberba de um dos períodos mais prósperos da história dos Estados Unidos, O grande Gatsby é uma crítica mordaz à  insensibilidade e imoralidade revestidas de ouro da chamada Era do Jazz, e um dos melhores romances — talvez o melhor — já escritos nesse país.

Características

Autor: F. Scott Fitzgerald
ISBN: 9788581301723
Editora: Geração Editorial
No de páginas: 208
Língua: Português (Brasil)
Dimensões: 23.4 x 15.6

Mais sobre o livro

LUXO, ADULTÉRIO, SOFISTICAÇÃO E VIOLÊNCIA NA ERA DO JAZZ Um dos melhores romances — talvez o melhor — da literatura dos Estados Unidos. A obra-prima de F. Scott Fitzgerald. O grande Gatsby é uma crítica mordaz ao chamado “Sonho Americano”, em que a sociedade estadunidense  viveu uma prosperidade sem precedentes na década de 1920, após a I Guerra Mundial. Numa trama densa, repleta de intrigas, paixões e conflitos, acompanhamos o misterioso Jay Gatsby, milionário que fez fortuna traficando bebidas em plena Lei Seca e que, ansioso por ascensão social, dá festas espetaculares para 2 mil pessoas que não conhece e nem elas a ele, na sua mansão em Nova York. Jay inicia um romance com Daisy, esposa de seu amigo Tom, que por sua vez tem um caso com a também casada Myrtle, encaminhando a narrativa — contada de forma muito colorida e cheia de vivacidade por Nick Carraway, vizinho de Gatsby — para um desenlace trágico. Brilhante recriação da alta sociedade norte -americana na Era do Jazz, O grande Gatsby remove camada por camada desse mundo glamoroso e revela a insensibilidade e crueldade do seu âmago. Como diz Ruy Castro na apresentação que preparou especialmente para esta edição, Gatsby é o alter ego do próprio F. Scott Fitzgerald, que embora idolatrasse os ricos e o glamour da época, enxergava a sua decadência e não se conformava com o materialismo sem limites nem com a falta de moral desse delírio hedonista, que teve fim na Crise de 1929, quando sobreveio a Grande Depressão, o período mais negro da história dos Estados Unidos.

Sobre o autor

O norte-americano Francis Scott Key Fitzgerald (1896 -1940) frequentou, mas não concluiu, a Universidade de Princeton. Sempre mais interessado em esportes e literatura, publicou Este lado do Paraíso em 1920, com grande sucesso. No mesmo ano, casou–se com Zelda Sayre, jovem bonita e neurótica; o relacionamento turbulento de ambos foi uma das maiores influências nos escritos dele. Sua morte prematura foi precipitada pela bebida e pela abalada saúde mental da esposa. Fitzgerald é reconhecido hoje como o expoente da “geração perdida”, o ídolo da juventude insatisfeita do seu tempo. Além do Gatsby, escreveu ainda os romances Os belos e os malditos, Suave é a noite, o inacabado O último magnata, uma peça de teatro e seis volumes de contos.

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