Trevas no Paraíso

Luiz Fernando Emediato
“Trevas no Paraíso” reúne as histórias proibidas sobre a ditadura militar que o mineiro Luiz Fernando Emediato escreveu dos 20 aos 25 anos. Com títulos provocativos como “De como estrangular um general” e personagens reais, como os generais-ditadores Médice e Geisel, ou o jornalista Wladimir Herzog, torturado até a morte, misturavam-se a demônios, anjos e dragões que se moviam entre tiros e delírios na cidade imaginária de Mondoro, onde mulheres de seios pequenos e o alter-ego do autor, um escritor hesitante e angustiado, envolviam-se em histórias ardentemente eróticas, cheias de heroísmo, violência e coragem. Saiba mais

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“Trevas no Paraíso” reúne as histórias proibidas sobre a ditadura militar que o mineiro Luiz Fernando Emediato escreveu dos 20 aos 25 anos. Com títulos provocativos como “De como estrangular um general” e personagens reais, como os generais-ditadores Médice e Geisel, ou o jornalista Wladimir Herzog, torturado até a morte, misturavam-se a demônios, anjos e dragões que se moviam entre tiros e delírios na cidade imaginária de Mondoro, onde mulheres de seios pequenos e o alter-ego do autor, um escritor hesitante e angustiado, envolviam-se em histórias ardentemente eróticas, cheias de heroísmo, violência e coragem.

Características

Autor: Luiz Fernando Emediato
ISBN: 978-85-7509-114-2
Editora: Geração Editorial
Ano de publicação: 2004
Capa: Other book format
Subtítulo: Histórias de amor e de guerra nos anos de chumbo
No de páginas: 352
Língua: Português (Brasil)
Dimensões: 23.4 x 15.6

Mais sobre o livro

Reunião de todos os contos e novelas de Luiz Fernando Emediato revela histórias de amor e guerra no confronto entre esquerda armada e ditadura No início dos anos 70, quando a ditadura militar brasileira, escancarada, mandava prender, torturar e matar opositores, um jovem escritor de Minas – Luiz Fernando Emediato, pouco mais de 20 anos – escrevia histórias com títulos provocativos e incendiários, como “De como estrangular um general”. Nada extraordinário para um jovem se, naquela época os generais não estivessem até matando quem se armasse contra eles. Personagens reais, como os generais-ditadores Médici e Geisel, ou o jornalista Wladimir Herzog, torturado até à morte pela ditadura, misturavam-se a demônios, anjos e dragões que se moviam entre tiros e delírios na cidade imaginária de Mondoro, onde mulheres de seios pequenos e o alter-ego do autor, um escritor hesitante e angustiado, envolviam-se em histórias ardentemente eróticas, cheias de heroísmo, violência e coragem. As dramáticas histórias – contos e novelas – escritos por Emediato dos 20 aos 26 anos e publicados em três livros em 1977 e 1978 – voltam agora, num volume único organizado pelo escritor Luiz Ruffato, com o título de “Trevas no Paraíso – histórias de amor e guerra nos anos de chumbo”. Além dos textos reunidos naqueles três livros – “Não passarás o Jordão”, “Os lábios Úmidos de Marilyn Monroe” e “A Rebelião dos Mortos”, publicados respectivamente pelas editoras Alfa-Ômega, Ática e Codecri – o novo volume traz dois contos publicados esparsamente, o conto que deu a Emediato o famoso prêmio do Concurso Nacional de Contos do Paraná, em 1971, quando ele tinha apenas 19 anos, e um inédito, uma longa história sobre a guerrilha do Partido Comunista do Brasil – PC do B na região amazônica do rio Araguaia. Mas por que o relançamento, agora, dos textos escritos e publicados por Emediato – alguns com cortes determinados pela censura – nos anos 70? É Luiz Ruffato, o organizador e autor do premiado “Eles eram muitos cavalos”, quem “reapresenta” o autor e afirma porque vale a pena ler suas histórias: – A resposta é simples: propor uma reflexão sobre o momento em que vivemos, de profunda desagregação social e alienação intelectual, tomando como ponto de partida o período que, acredito, se desdobra neste, do Brasil sob a ditadura militar – as “trevas no paraíso” a que se refere o título do livro. Como prosa de qualidade, os contos de Emediato retratam uma época específica, mas superam-na para além do documento de profunda dimensão humana: é pura literatura.”

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